Dieta precisa ser chata? Nutricionista responde sem filtro!

Seguir uma dieta precisa ser chato? A resposta dessa nutricionista vai te surpreender!
Na nova edição da nossa newsletter, alunos da Eletiva de Comunicação entrevistaram a nutricionista Silvana Ferrari, que compartilhou sua trajetória, métodos de trabalho e quebrou mitos sobre alimentação saudável. Prepare-se para descobrir como comer bem pode ser leve, gostoso e transformador!

Entrevista com a nutricionista Silvana Ferrari – Produzida pelos alunos da 3ª série do Ensino Médio – Eletiva de Comunicação | Escola Patriarca de Vinhedo

Com muita simpatia e entusiasmo, a nutricionista Silvana Ferrari respondeu às perguntas elaboradas por alunos da Eletiva de Comunicação da 3ª série do Ensino Médio. A conversa fluiu como um bate-papo descontraído e informativo, dividido em três blocos: formação e experiência, prática profissional e alimentação e saúde. A seguir, você confere os principais trechos da entrevista. Veja também a entrevista na íntegra, no Youtube.

Formação e experiência

O que te motivou a escolher a profissão de nutricionista?
Minha paixão pela nutrição começou em 2017, quando passei por um processo pessoal de emagrecimento. Na época, perdi 16 quilos, mas não queria apenas seguir um plano alimentar: eu queria entender como cada alimento agia no meu corpo. Estudei muito, me encantei com a bioquímica dos alimentos e percebi que eles têm o poder de prevenir doenças, promover saúde e até auxiliar na cura. Foi aí que decidi transformar esse interesse em missão de vida.

Onde você se formou e há quanto tempo atua? Possui especializações?
Sou formada pela Faculdade Anhanguera (campus Ouro Verde – Campinas) e atuo como nutricionista há alguns anos. Tenho pós-graduação em Docência no Ensino Superior de Nutrição e também em Nutrição Materno-Infantil. Além disso, me especializei em saúde da mulher e alimentação para crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), com certificação em ABA.

Prática profissional

Como é sua abordagem com novos pacientes?
Meu atendimento é totalmente baseado na empatia. Acredito que uma mudança alimentar não pode ser imposta de cima para baixo. O plano alimentar deve ser construído junto com o paciente, considerando o que ele gosta, seus hábitos, sua rotina e até quem cozinha na casa. Só assim ele será possível e sustentável.

Você usa algum método específico de avaliação?
Sim, trabalho com um equipamento chamado bioimpedância elétrica, que analisa massa magra, gordura, hidratação e saúde celular. Nos atendimentos online, uso IMC e medidas corporais como alternativa. Isso, combinado com uma boa escuta e diálogo, me ajuda a montar um plano alimentar eficiente.

Qual é o seu público principal?
Atendo muitas mulheres, especialmente em fases como a gestação ou com questões como síndrome dos ovários policísticos e endometriose. Também recebo bastante demanda por planos voltados ao emagrecimento e à hipertrofia (ganho de massa muscular).

Alimentação e saúde

Qual é o maior mito que você gostaria de desmentir sobre a nutrição?
Que dieta precisa ser chata! Essa ideia está ultrapassada. Dieta não precisa excluir tudo o que você gosta. Pelo contrário, ela deve fazer parte do seu estilo de vida de forma prazerosa e realista. É possível se alimentar bem com comida saborosa, desde que haja equilíbrio.

O que é, de fato, uma alimentação saudável?
É aquela que contém todos os macronutrientes (carboidratos, proteínas e gorduras boas) e micronutrientes (vitaminas e minerais). Um prato saudável, por exemplo, deve ter 50% de fibras (verduras e legumes), 25% de carboidratos (como arroz, batata ou mandioca) e 25% de proteínas, tanto animal quanto vegetal (como carne e feijão).

Como a nutrição ajuda na prevenção de doenças?
Quando há equilíbrio na ingestão de macro e micronutrientes, nosso corpo funciona melhor. As vitaminas e minerais atuam diretamente na saúde celular e na prevenção de doenças. E não basta comer bem — é preciso garantir a absorção desses nutrientes, o que está muito ligado à saúde intestinal.

Gostou da entrevista?
Então compartilhe com seus colegas e familiares! Afinal, comer bem é um dos primeiros passos para viver melhor — e, como aprendemos com a Silvana, pode (e deve!) ser uma experiência prazerosa.

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